Ao contrário do que o Ministro da Saúde havia afirmado na última tentativa de intoxicar a opinião pública contra os médicos, a ARS do Algarve lançou ontem um concurso para contratação de serviços médicos em que o único critério é “o preço mais baixo”, não fazendo qualquer referência ao grau de especialização dos clínicos nem aos respectivos currículos ou qualidade do exercício profissional.
Perante as críticas generalizadas, a ARS do Algarve diz que não colocou os outros critérios porque as publicações em Diário da República são caras. Parece uma anedota, mas a realidade não pára de superar a ficção.